segunda-feira, 26 de março de 2012

DITADURA

DITADURA

Torturam nossas ideias,
Matam nossos Sonhos,
Veem nossos olhos,
depois de mortos,
abertos, tristonhos.
Tiram nossas Vidas
e dizem que nos suicidamos.
Acham-se tão poderosos
e são tão covardes.
Não teriam a Coragem
que temos de Afirmar,
mesmo sabendo que o Futuro é a Morte
assino e grito a Declarar:
- Sou Comunista,
Sou Vladimir Herzog,
agora podem me matar.

Dependência

Dependência


...Abro mão desta Falsa Liberdade
quando ainda não alcancei 
o domínio sobre meus impulsos.
Já não sei o que é real
ou ilusório.
Declaro minha dependência
sobre a condição Humana. 

domingo, 5 de fevereiro de 2012

CORPO

CORPO

Esse 
corpo
 é 
meu!
Não 
abuse,
descarte,
 massacre.
Não 
maltrate,
censure,
reprima.
Ele
 é 
meu. 

domingo, 4 de dezembro de 2011

EU

        EU


sou o que sou,
o que penso ser,
e o que quem sabe serei,
o que supostamente sou,
o que o meu inconsciente revela, 
desvenda, entrega,
nada mais, ou tudo.

domingo, 20 de novembro de 2011

Flor de Cacto






Eu sou uma flor de cacto,
 quem sobrevive a meus espinhos,
 é privilegiado com o que há de mais belo em mim.

sexta-feira, 18 de novembro de 2011




A PJMP e os Conflitos Eclesiais

A PJMP não é de hoje que sofre com repressões, conflitos eclesiais, devido a isso não é àtoa que o lema que nos guia é Ternura e Resistência, que Ileaô “é casa que se entra triste e sai alegre”, pois cada vez que alguém tenta nos calar, bebemos da fonte do nosso ileaô pra continuarmos nossa árdua missão de anunciar e denunciar custe o que custar.

Não é típico de nós nos calarmos diante do que é imposto, anunciamos com ação o que fica preso as palavras e homilias, atuamos com criticidade e  questionamentos,frente as  imposições da nossa amada igreja enquanto instituição, porque a igreja que está em nós, dentro de nós, que somos nós, nos acolhe em unidade, em comunidade, em manifestações diversas de nosso amor ao Cristo libertador que se faz presente na nossa sede por justiça, na nossa luta contínua por um mundo melhor.

Por muitas vezes fomos impedidos de atuar em algumas paróquias, como também tratados como meros servos a mercê das vontades de párocos, vigários, mais administradores do que pastores, e quão difícil dá a cara a tapa por tantas vezes pra divulgar o que para nós é pautado como Direito, como realmente nossa causa maior.

Não precisamos ser benquistos, só precisamos que nos deixe existir, ou melhor, existimos quer queiram ou não, o que somos não está preso as paredes de uma estrutura chamada Igreja Católica Apostólica Romana, o que nos faz ser o que somos, está na base de militância de um jovem que veio para que todas e todos tenham vida em plenitude, e para abalar as estruturas das instituições falidas, jovem que era empobrecido assim como nós, juventude de todos os recantos, guetos, favelas, periferias, é esse o Cristo que acreditamos, é essa a nossa fé que reafirmamos.

É a Juventude do Meio Popular.

Amém, Axé, Awerê, Aleluia!
      Fortaleza, 19  de novembro de 2011.
      Jesuana Alves Prado
(Articuladora Arquidiocesana da PJMP-Fortaleza)

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

domingo, 30 de outubro de 2011

Digo o que digo, a verdade é minha companheira.


 A verdade,
 sim a verdade,
 companheira de longa caminhada, 
transborda em mim 
através de palavras 
que nem precisam ser ensaiadas,
 sai em versos soltos, 
em questionamentos fundados
 em minha vivência, em minhas experiências. 
30 de outubro de 2011

Repressão!!

O livro de Marilena Chauí, Repressão Sexual, é uma boa escolha para quem quer desvendar um pouco mais sobre essa temática tão importante, pois principalmente nós mulheres sofremos na pele, no corpo, com tal repressão, que diz que não podemos nos tocar, nos permitir prazer e ter direitos sobre nossa sexualidade e nosso corpo, não nos deixemos reprimir, abaixo a repressão seja ela de qualquer natureza, sejamos livre verdadeiramente, "Vamos nos permitir".

Saciedade


Saciedade
Guerrilha em mim
uma esperança de lutar
pelos meus sonhos
e um desanimo descrente,
uma sede de igualdade,
uma saciedade de injustiça.